06:41

White Bread


White Bread - 10 x 30 - oil on canvas

I've got my final paintings for Tree's Place in rotation. The large B-25 has a lot of sky in it, which means a vast gradation of blues. It's in the drying stage prior to adding in the plane. Another painting is drawn out and ready to begin, and while all that was going on I did this loaf of bread. Karen is a real fan of my bread paintings, and she insisted that I had to have a full loaf, wrapped in plastic, for this show. I wasn't sure I wanted to go in that direction, but she was persistent, and now that it's complete I'm glad I did.

09:19

Discovery No.2


Discovery No.2 - 16 x 20 - oil on panel

I painted a composition similar to this for a corporate commission a couple of years ago, and really wanted to visit it again. I've got over a hundred photos of these items in various configurations, and it seemed a waste to only use one, so here's another. This will be joining Coke Classic at the Tree's Place show in July.

I talked with Julie at Tree's Place a little while back, and she said that they will be doing an article and full-page ad in the July issue of American Art Collector magazine. Very generous of them, and very cool. Karen and I shared an article in AAC back in 2007 when we had a joint show at Wynne/Falconer Gallery, also on Cape Cod. I have to admit, I'm very excited about this!

The canvas is prepped and ready to go for the one large piece I'll be sending to the show. An alternate version of the B-25 I did for Mason Murer Fine Art. It's an interesting crop, and I'm looking forward to getting started on it. If it works out time wise, I'll put up an in progress shot.

07:51

Coke Classic

Coke Classic - 18 x 24 - oil on panel

I had intended to post an in progress image of this painting, but Blogger went down for a couple of days right around the time I reached the end of the first pass, so I went ahead and and waited until it was done to post. This piece, as with practically everything else I've painted this year, will be shipped up to Cape Cod for a solo show at Tree's Place Gallery opening July 9th.

This is the first time I've dedicated this much time to a single gallery for a show, and I have to admit it has been an endeavor filled with more than an little anxiety, but it felt like this was the right time, and this was the right gallery to give it a try. Keeping my fingers crossed that it goes well.

My next painting is currently at the halfway point, and I should have an image of it ready to post in the next couple of days. I've got three more paintings to do once its done, and four weeks to do them in. One of them needs to be a large "centerpiece". I predict it's going to be a busy month.

14:05

AS REFORMAS LIBERAIS.

Postado Por: Gilson Dias
“A série de reformas liberais implementadas pela Regência, visando enfraquecer antigos pilares do Primeiro Reinado, teve justamente como um de seus principais focos o aparelhamento repressivo. Uma das primeiras medidas neste sentido foi a criação, em 18 de agosto de 1831, da Guarda Nacional. Proposta em 1830, era uma decorrência das desconfianças e antipatias em relação ao Exército nutridas pelos liberais que se opunham a dom Pedro, os quais viam esta instituição como um instrumento do despotismo.
Após a Abdicação, o Exército permaneceu malvisto, mas desta vez por motivos diversos: enquanto os exaltados continuaram a vê-lo como braço armado do despotismo (a serviço agora da Regência), os moderados passaram a encará-lo como avesso à ordem e propenso à anarquia (em vista de sua participação nas revoltas do período). Assim, era preciso criar uma corporação que suprisse o extenso corte previsto do efetivo militar (de cerca de trinta mil para doze mil homens em todo o Império), ainda mais em uma época de forte instabilidade política e social.
A solução encontrada foi a Guarda Nacional, uma Milícia Cidadã baseada na instituição similar francesa, fundada no mesmo ano de 1831, que tinha como princípio a idéia burguesa de confiar a segurança do país aos seus cidadãos proprietários. Com sua criação, extinguiram-se os antigos corpos de milícias e ordenanças, e a Guarda Municipal.
Sua função precípua era coadjuvar as forças policiais e as tropas de primeira linha na segurança interna e externa; mas, diante da força limitada destas organizações, a Guarda Nacional viria, muitas vezes, a substituí-las em suas funções. O alistamento era obrigatório para todo cidadão brasileiro dispondo de renda mínima anual para ser eleitor – em se tratando das cidades do Rio de janeiro, Salvador, Recife e São Luís – ou para ser votante - no caso dos demais municípios -, sendo sadio, do sexo masculino e com idade acima dezoito e abaixo de sessenta anos; apenas excluíam-se as autoridades administrativas, judiciárias, policiais, militares e religiosas.
O serviço prestado era permanente (até aquela idade limite) e não remunerado, devendo, ainda, os milicianos custear seus uniformes e a manutenção de seus equipamentos e armas, além de prestarem contribuições pecuniárias. A princípio, os oficiais eram eleitos pela tropa por quatro anos, sem qualquer critério discriminador, findo os quais, se não reeleitos, retornavam á condição subalterna anterior.
[...] Menos ambíguas foram as reformas no sistema judiciário. Na realidade, tais reformas tiveram início ainda no Primeiro Reinado. Em 15 de outubro de 1827 foram instituídos os juízes de paz, magistrados não profissionais e sem remuneração, eleitos localmente pelos habitantes da cada distrito de paz, as quais ficavam circunscritas, inicialmente encarregados da conciliação entre as partes envolvidas em litígios de menor importância e do julgamento de ações cíveis envolvendo valores de até dezesseis mil-réis, incumbindo-se também de certas funções policiais (dispersar ajuntamentos ilícitos, obrigar os tidos como vadios, mendigos, bêbados, prostitutas e turbulentos á trabalharem honestamente e assinarem termo de bem viver, e considerados como potencialmente criminosos a assinarem termo de segurança, efetuar corpo de delito, perseguir e prender criminosos dentro de sua jurisdição, interrogar suspeitos, zelar pela aplicação das posturas municipais e desbaratar quilombos). [...] já previsto pela Constituição de 1824, (o Juizado de Paz) constituía, enquanto uma bandeira liberal, um ataque direto à velha magistratura profissional (predominante portuguesa, nomeada e controlada pelo poder central) e, logo, uma forma de descentralizar e esvaziar a concentração excessiva de poderes nas mãos do Imperador. Além disso, em 16 de dezembro de 1830 foi instituído o Código Criminal [...] O código classificou os crimes em três tipos: Públicos [...], Particulares e Policiais [...] A intenção do código de proteger a oposição das intervenções arbitrárias do Governo ficou patente na brandura das penas em relação aos crimes políticos.
A Regência completou as reformas judiciárias com o Código do Processo Criminal, instituído em 2 de novembro de 1832, o qual ampliou ainda mais os poderes dos juízes de paz [...], que passavam agora a ter também atribuições de julgar ações cuja pena máxima não excedia a cem mil-réis ou seis meses de cadeia, prender criminosos procurados pela justiça fora de sua jurisdição, efetuar a formação de culpa e a pronúncia dos acusados, indicar os inspetores de quarteirão à Câmara Municipal e confeccionar, junto com os párocos locais e o presidente da Câmara Municipal, a lista dos jurados.
O Código do Processo introduziu, ainda, o habeas corpus e criou a figura do juiz municipal, nomeado pelo presidente da província, por um período de três anos, a partir de lista tríplice apresentada pela Câmara Municipal, devendo executar as ordens, sentenças e mandatos proferidos pelo juiz de direito. Por fim, implantou o sistema de júri, outro ataque frontal à magistratura profissional, afigurando-se [...] como a mais alta expressão dos ideais liberais de autonomia judiciária, localismo e participação popular.
As reformas do início da Regência não poderiam deixar de incidir sobre um dos pontos mais explosivos das disputas políticas do Primeiro Reinado: a relação de forças entre o Executivo e o Legislativo. Neste sentido, a Lei de Regência, de 14 de julho de 1831, inverteu essa relação, fortalecendo o poder do Parlamento em detrimento dos regentes. Estes não poderiam dissolver a Câmara dos Deputados, conceder anistias, outorgar títulos honoríficos, suspender as liberdades individuais, decretar estado de sítio, declarar guerra, ratificar tratados e nomear conselheiros, para tanto dependendo do Parlamento.
Todavia, as reformas políticas não avançaram até o ponto desejado pelos exaltados [...] Chegou-se, no entanto, a uma solução de compromisso entre as duas Casas Legislativas, com a lei de 12 de outubro de 1832, cujas proposições definiram as bases para a reforma constitucional, afinal concretizada pelo Ato Adicional.
Promulgado em 12 de agosto de 1834, o Ato Adicional à Constituição estabelecia a extinção do Conselho de Estado; a substituição da Regência Trina pela Regência Uma, sendo o regente eleito, por um mandato de quatro anos, por voto secreto e direto; e a criação de Assembléias Legislativas nas províncias [...], a quem competia legislar sobre os mais diversos assuntos provinciais, como fixação das despesas municipais e provinciais, impostos provinciais, repartição da contribuição direta pelos municípios, fixação das rendas e das despesas municipais e provinciais, nomeação dos funcionários públicos, policiamento e segurança pública, instrução pública e obras públicas, ficando as resoluções tomadas pela assembléia sujeitas à sanção do presidente de província. Se não chegava a estabelecer uma federação, já que os presidentes de província continuavam a ser escolhidos pelo poder central, o Ato Adicional ao menos consagrava a descentralização, ao instituir as assembléias provinciais e a divisão das rendas fiscais, conferindo uma maior autonomia às províncias. [...]
(BASILE, Marcello Octávio N. de C. A Independência e a formação do Estado Imperial. In: LINHARES, Maria Yedda. HISTÓRIA GERAL DO BRASIL).
Data do acesso 16/05/2011
Fonte http://cesad.ufs.br/gd/course/view.php?id=214

13:48

TEXTO ORIGINAL DA CARTA RÉGIA DE 28 DE JANEIRO DE 1808,

TEXTO ORIGINAL DA CARTA RÉGIA DE 28 DE JANEIRO DE 1808,

ASSINADA PELO PRÍNCIPE REGENTE, DOM JOÃO

Postata por: Gilson Dias


“Conde da Ponte do Meu Conselho, Governador General da Capitania da Bahia, amigo, Eu o Príncipe Regente Vos envio muito Saudar como aquele que Amo. Atendendo a reprezentação que fizestes subir a Minha real prezença sobre se achar interrompido, e suspenso o Comercio desta Capitania com grave prejuízo dos Meus Vassalos, e da Minha Real Fazenda em razão das críticas, e publicas circunstancias da Europa, e querendo dar a sobre este importante objecto alguma providencia pronta, e capaz de melhorar o progresso de taes danos, Sou Servido Ordenar interina, e prizoriamente, em quanto não consolido hum Sistema geral, que effectivamente regule semelhantes matérias, o seguinte. Primo, que sejão admissíveis nas Alfandegas do Brazil, todos, e quaesquer Generos, Fazendas, e mercadorias transportadas, ou em Navios Estrangeiros das Potencias, que se conservão em Paz e Harmonia com a Minha Real Corôa, ou em Navios dos Meos Vassalos, pagando por entrada vinte e quatro por cento, a sabe: Vinte de Direitos grossos, e quatro de Donativo já estabelecido, regulando-se a cobrança destes Direitos, pelas Pautas ou Aforamentos, por que athe o presente se regulão cada uma das duas Alfândegas, ficando os Vinhos, Agoas ardentes, e Azeites doces, que se denominão Molhados pagando o dobre dos Direitos, que athe agora, nellas satisfazião. Secundo: Que não só os Meos Vassalos, mas também os sobre ditos Estrageiros possão exportar para os Portos que bem lhes parecer a benefício do Comercio, e Agricultura, que tanto dezejo promover, todos, e quaesquer Generos, e Produçoêns Coloniais, a excepção do Pau Brazil, ou outros notoriamente estancados, pagando por sahida os mesmos Direitos já estabelecidos nas respectivas Capitanias ficando entretanto como em suspenso, e sem vigor todas as leis, Cartas Régias, ou outras Ordens que athe aqui prohibião neste Estado do Brazil o recíproco Comercio, e Navegação, entre os Meos Vassalos, e Estrangeiros. O que tudo fareis executar com o Zello, e actividade que de voz espero Escrita na Bahia aos vinte oito de janeiro de 1808. Príncipe,Para o Conde da Ponte.”
Cumpra-se e registre-se e passem-se as ordens necessárias. Bª, 29 de janeiro de 1808.
Conde da Ponte (COUTO, Jorge; VIANA, Francisco; COELHO FILHO, Luiz Walter. Abertura dos Portos – 200 anos)
Fonte http://cesad.ufs.br/gd/course/view.php?id=214

03:38

Two More for Tree's Place

PB&J No. 14 - 10 x 30 - oil on canvas

I've been working for the last week and a half on these two horizontal's for the Tree's Place show. I had already started another painting on this particular canvas, but hated it, so I sanded it off, and reworked it into a pb&j. I'm partial to these off center compositions, and use them frequently. Maybe over frequently it, I don't know. With this 10 x 30 I was able to push the subject significantly off to the left, and I like it a lot. I think it gives the subject a greater sense of its position in space.

Pool Bowl No. 20 - 12 x 24 - oil on canvas

What would a collection of my paintings be without at least one painting of some pool balls? The size of the balls in the composition are a little over scale, but not so much as to make them freakishly large. They're just big enough to incorporate some serious detail into their surface. One of my favorite parts of these paintings that utilize a mixing bowl, is that thick rim at the top of the bowl. I love the distortion it creates of the contents, and how it imparts that glassy sense of glass.

I've got another Coke painting going now. It's large enough that I may post some in progress images of it. It's getting close to the deadline, and I've still got a number of paintings to go if I'm to meet my quota. Hope I can do it.

10:50

O BRSIL QUE TODOS DESCONHECE!!!

Por : Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP - USP



Segueabaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em umconcurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil quea gente não conhece.
“Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa éfuncionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentramtodos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro..Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebeajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo.. Pouco mais de 70% doTerritório roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para secultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.
(Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vistaa Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reservaindígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 datarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização daFUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados. Detalhe: Vocênão passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus ejaponeses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguémentra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não temuma autorização da FUNAI, mas tem dos americanos então você pode entrar. Amaioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas amaioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumasreservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum seencontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, queveio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme,se você quiser montar uma empresa para exportar plantas e frutas típicas comocupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais parafabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresasamericanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...
por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: Eos americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesmaresposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhorasimples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí: 'Irão não minha filha, tu não sabes, mas tudo aqui já é deles,eles comandam tudo, você não entra
em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerraaí eles virá pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser amesma coisa'.
A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceitode nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de naçãoindígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando ospovos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo umagrande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numaparceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater onarcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essamãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para asGuianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmentese for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidentediplomático). .. Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano,pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos queremtanto proteger os índios. (A resposta é absolutamente a mesma, porque as terrasindígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água sãoextremamente ricas em ouro encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas emquilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte deRoraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO..
Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito desocorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou aalguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal,... Saio daquicom a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho.
Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.
Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fiquesabendo desses absurdos.
Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol.Bioag.Patog. FMRP - USP
possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante queo país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes queisso venha a acontecer.
“Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que oseuropeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraquezanorte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fimde antecipar a próxima guerra”


07:09

Cory Electric


18 x 24 oil on panel

Every once in a while I work on a painting that is just snakebit. The process goes wrong from the very beginning. This has proved to be one of those paintings. Most often, by it's completion, the painting has been salvaged, but there are occasions when the canvas will get the rag. I won't go into the full litany of problems I've encountered with this piece, but suffice it to say it's been fighting me every inch of the way. Part of the problem was the surface and the panels' construction, another, to be honest, was me, and most recently an incorrect use of a medium. I never use a medium, but thought with this painting it was a good idea. I'm currently waiting to see if I made the right decision. I went ahead and posted the image today because even though there are still problems to be solved, I think it's a good painting, and believe it can be saved.