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A FUNÇÃO DO EDUCADOR É NOBRE, NO ENTANTO FALTA RECONHECIMENTO !!

Perante as várias aparências darealidade e de acontecimentos históricos, os costumes e os pontos de vista semodificaram. Os posicionamentos às vezes foram dogmáticos, que ao longo dasdécadas foram se modificando. Estes jeitos extremados e unilaterais nãobeneficiam o desenvolvimento do ser humano só, dificultam a sua caminhada,diante de uma realidade até então desconhecida colocam-no num dilema que ostornam insensíveis.
A era atual, na qual estamos anaufragar e pela qual somos culpados, caracteriza-se por uma multiplicidadevibrante, que se estende a todos os níveis da experiência humana. Estavariedade que assistimos terá efeitos positivos e importantes se dele soubermosempregar os aspectos verdadeiramente adequados que completam a mobilidade existencialdo homem.
O Brasil vive períodos difíceis eaflitivos. Assistimos a uma conjuntura de injustiças oficial einstitucionalizadas. O capital especulativo e selvagem, aqui soberano,proporciona o desenvolvimento de uma minoria elitizada de todos os benefíciossociais, enquanto que a grande massa trabalhadora está condenada  viver com os subempregos.
Os princípios políticos e econômicosda atualidade não satisfazem as aspirações do povo. A exploração é um fatoreal. É dentro desta realidade complexa que devemos situar e questionar aimportância e a função do educador ou professor/a. nos educadores devemos estarcientes da importância da nossa função e do compromisso a que ela se propõe.Nossa incumbência é muito nobre, e este atributo implicará em atitudes, condutae posicionamentos que deverão honrá-la, engrandecê-la e preservá-la a profissãocom a mais importante de todas, pois o cidadão/a para ser um médico/a, umcientista, engenheiro/a ele/a passou pelos bancos escolares e foi orientado porum professor/a.  
No íntirno de nossa sociedade, oprofessor/a hoje é convocado a adotar uma atitude de confabulação com osestudantes. Conversa que convergirá para uma evolução recíproca, convergindocom os anseios de liberdade. Sobre este aspecto podemos mencionar palavras dePaulo Freire: “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homensse libertam em comunhão. Ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo– os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.
 Hoje, a nossa, a juventude precisa de conselheiros quelhes indiquem qual caminho seguir, a fim de edificarem uma vivência legítima.Os jovens não devem ser persuadidos por meias palavras, mas, incendiados porexemplos francos e incorruptíveis de certeza, de que podemos construirmos juntosum mundo melhor para nos  e para nossosdescendentes

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