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OS DOCENTES DE ARAUÁ DERAM UMA AULA DE CIDADANIA.

A suspensãodas atividades nas escolas  públicas foiuma atitude cidadã dos  professores/as  das redes estadual e municipal  de Sergipe  eles deram  uma aula de cidadania para  toda sociedade politizada que  entendeu amensagem, pois   as reivindicações  são mais do que  justas.  Quase quatro anos após o então presidente LuizInácio Lula da Silva sancionar a lei que instituiu o piso nacional domagistério, professores de todo o País organizam mobilizações para cobrar ocumprimento da lei. Os professores  de  ARAUÁ /SE  estão de parabéns  por  entenderem que a luta tem que ser de todos/as. As  negociações para o novo salário dos professores  estão  sendo conduzidas pelos representes do SINTESE de Arauá  paraque seja repassado o reajuste de 22,22%.  por ser  um ano eleitoral  é provável que as negociações sejamfacilitadas, pois ninguém quer ficar mal na “fita” diante dos professores  é o  que  espera a categoria.  quero chamar a atenção  dos mesmo que  fiquem  "ligados/as"  por que  esse ano é um ano eleitoral, por esse motivo onovo reajuste de 22,22%, retroativo a janeiro deve ser aprovado  antes de abril, pois é prazo limiteestabelecido pela lei eleitoral, esse prazo vence em 5 de abril. cada professor/as deve  falar com os vereadores para que eles possam se manifestar a respeito, mais uma vez alerto  ano de eleição nem um politico  quer ficar mal na "fita" do eleitor/a . O novo  piso nacional   é deR$ 1.451,00. 
Assistam o vídeo proibido  que a TV Sergipe vetou. 
Osprofessores estão cada vez mais conscientes e acompanham  a través da internet os repasses dos recursos  destinados a serem  investidos na  Educação, aos fiscalizarem eles sabem que hácondições para cumprir com a lei.  Além daluta nacional pelo piso  salarial  de R$ 1.451,00, os professores cobram ainda que 10%do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas do País, sejainvestido em educação. A meta do governo federal no Plano Nacional da Educação(PNE) é estipular esse valor em 7% do PIB. "Não podemos aceitar que em umPaís que já se tornou a sexta economia mundial a educação ainda não sejatratada com prioridade.

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